A Estante do Aprendiz

Dezembro 18, 2009

E agora…?

E agora..?

Agora, quando já não me apetece olhar mais para este ecran, há ainda que fazer um balanço deste percurso, mas ao correr do teclado, sem demasiadas preocupações sistemáticas dado o adiantado da hora.

Do pior:

♦ a sensação de algum abismo entre o gigantismo do MAABE e a realidade quotidiana na escola: a percepção da diferença entre  as expectativas e a importância do PB e da BE no quotidiano da escola e o que o MAABE espera de nós; o tempo e os recursos para proceder a uma avaliação com tantas evidências, que é evidente que muito do que lá está será impraticável em muitos contextos/escolas;

uma quadratura do círculo: um MAABE que quer que integremos a BE na escola (desde a prática até à avaliação), flexibilizemos a aplicação e estandardiza demasiado (será que se eu colocar os “tais autocolantes”  por toda a BE da minha escola não pensarão que é somos uma filial da RBE?);

um design formativo em regime de  linha de montagem, inadequado a meu ver, para o objecto em causa, entalado na minha agenda  profissional entre um seminário de e-learning em Malta, uma coordenação de uma conferência Comenius, uma organização de um intercâmbio de estudantes , uma AO intermitente na BE e a necessidade de actualizar diariamente o Bibliblog, dada a quantidade de materiais para editar/publicar.

Do melhor:

o não ter desistido, apesar de tudo, por uma questão profissional e deontológica e muita teimosia;

a oportunidade que a implementação do MAABE poderá constituir para clarificar a percepção e as expectativas da escola em relação à sua biblioteca;

a reflexão sobre as minhas práticas ao longo destes anos; a constatação de que algumas coisas não estão assim tão mal e onde posso melhorar;

alguma troca de experiências ainda que demasiado virtual com os outros PBs.

E agora…?

Agora é passar a fazer outras coisas de madrugada, nomeadamente dormir, e em Janeiro logo veremos como tudo isto funciona no mundo real.

8ª Tarefa: Formulações de enunciados de avaliação

Filed under: coisas sérias — Bibliblog @ 4:20 am
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Foi sem dúvida a menos morosa e de alguma forma trouxe com ela reminiscências do meu estágio profissional, há 20 anos atrás. Difícil evitar  o hábito da análise semântica e os esterótipos das formulações dos documentos da prática docente, não obstante haver sem dúvida uma conceptualização e um referencial subjacente ao exercício. Mas lá estão no Scribd, acessíveis nos links abaixo:

Tarefa 1 – enunciados descritivos versus avaliativos

Tarefa 2 – enunciados gerais versus específicos

Actualização das tarefas da sessão 7 – MAABE/IGE

A sessão 7 tinha como objectivo, na linha do preconizado no MAABE (integração da avaliação da BE na avaliação geral da escola) o cruzamento entre os parâmetros/domínios da matriz da IGE e do modelo alvo desta formação.

1ª parte situava-se num plano mais teórico, consistindo na construção de uma tabela em que a cada domínio de um modelo correspondessem domínios do outro. Senti alguma dificuldade no exercício da actividade pois achei muitas das formulações dos indicadores do IGE um pouco mais generalistas que os do MAABE, sendo tal facto devido, eventualmente, à abrangência do objecto da avaliação (toda a escola, no caso do IGE, a BE, no caso do MAABE). De qualquer forma, aqui fica o resultado da TAREFA 7 – 1ª PARTE

A 2ª parte, que consistia em analisar/comentar referências às BEs em alguns relatórios da IGE, revelou-se um exercício mais interessante (a atracção pela realidade do terreno?) e até lamentei o facto da falta de tempo não me deixar analisar mais relatórios, reduzindo assim a validade das minhas conclusões à extensão da amostra. Mesmo assim aqui ficam as respectivas, elencadas na parte final do documento:

  • As referências às BEs nos relatórios analisados são escassas e centram-se essencialmente nos campos de descrição/caracterização da escola, gestão de recursos e equipamentos e actividades culturais, sendo mais marginal a referência aos domínios das aprendizagens, gestão curricular e ligação à comunidade.
  • Não parecem assim constituir um núcleo da escola, um centro de gestão dos seus recursos ou até ter impacto (percepcionável) nas aprendizagens, sendo, à luz das expectativas/representações da entidade avaliadora, mais vistas como um equipamento ou um centro de animação cultural, que como um elemento de articulação/gestão transcurricular (cf. por exemplo, a falta de rigor na utilização de conceitos como CRE/BE na escola 1).
  • Curiosamente, na amostra analisada, a BE surge como Ponto Forte na escola mais fraca, sendo de facto a única onde poderá constituir-se como um pólo de desenvolvimento, dado que as outras encontraram outras formas de cumprir (com algum sucesso) muitas das funções que o MAABE preconiza, constituindo a BE apenas mais um recurso entre outros.
  • No entanto, em prol do rigor, e pela leitura de alguns trabalhos de outros formandos (com conclusões semelhantes em alguns casos e díspares noutros), creio que estas apreciações se circunscrevem à exiguidade da amostra analisada e ao exercício a que se destinava.

(ler o documento completo: TAREFA 7 – 2ª PARTE)

Dezembro 17, 2009

Manual de Ferramentas da web 2.0 para Professores

Aceder à obra em PDF

O que se convencionou chamar de web 2.0 não é, nem mais nem menos, do que a democratização comunicacional e técnica da “velha” www, onde os papéis de produtor e consumidor de conteúdos se apresentavam de uma forma muito mais estanque e assimétrica, quando a publicação on-line estava sujeita ao domínio de instrumentos como o FrontPage, o Dreamwaver, o FTP e outros softwares que requeriam competências técnicas que não estavam ao alcance de todos.

Com o advento de outros recursos, nomeadamente os blogs, a possibilidade de utilizar o espaço virtual ganhou uma dimensão não só no número de produtores mas também na interactividade que entre eles se potenciou.

Nesta obra, que resulta da compilação e organização, realizada  por Ana Amélia Carvalho, de 9 workshops promovidos pela Universidade do Minho em Outubro de 2008, encontra-se bem equilibrado o enquadramento teórico do tema com a disponibilização de tutoriais para a utilização  de uma série de ferramentas  para edição, partilha e publicação de todo o tipo de documentos multimédia, património desta nova era da web. Tem ainda o acrescido interesse de documentar a aplicação de todas elas em contextos educativos/de aprendizagem. A não perder.

Dezembro 8, 2009

De regresso do seminário de e-learning para a actualização da sessão 6

Aqui regresso de um seminário em Malta sobre ferramentas de e-learning, muito prático (Hands on Tools… “Mãos na massa”?) onde trabalhei arduamente (ver imagem ao lado) em ferramentas como o Quandary e o Hot Potatoes, utéis para a criação  de exercícios de itens de escolha múltipla, quizzes,  resposta curta,  integráveis em plataformas como o Moodle. Interessante também o software Dim-dim para vídeo-conferências com vantagens no campo da educação sobre ferramentas mais simples como o Skype, visto que permitem o acompanhento da imagem do conferencista em tempo real com a apresentação de documentos em pdf. , ppt. e doc e até a gravação da sessão. Tudo em open source e com um potencial para o trabalho de um PB se conseguir uma certa literacia e autonomia na utilização das TIC por parte dos colegas. Quando o tempo permitir, com um post no Bibliblogue (e as respectivas ligações e tutoriais) tentarei demonstrar algum do potencial destas ferramentas a quem as desconhecer.

Mas agora é tempo de outras coisas sérias como a actualização das tarefas da sessão 6Metodologias de avaliação II.

Aqui fica então a ligação para a Tabela do subdomínio D1 e a tabela com as Acções Futuras (análise dos 2 aspectos a abandonar, manter e implementar neste subdomínio pelas BEs, do ponto de vista da minha experiência).

D. Gestão da BE

D.1. Articulação da BE com a Escola. Acesso e serviços prestados pela BE

DEIXAR DE:

CONTINUAR A:

COMEÇAR A:

1) Despender recursos em “actividades” sem ter em conta o custo-benefício.

De acordo com a minha experiência, muitas vezes a gestão de recursos, especialmente nas BEs é feita em função do “bonito”, engraçado ou por imitação/reprodução acrítica e sem ter em conta a realidade específica da população que servem ou a quantidade/qualidade/durabilidade do efeito produzido.

2) Burocratizar a auto-avaliação

Se tomarmos à letra o que é sugerido pelo MAABE, muito do tempo disponível será dispendido em questionários, registos, actas, grelhas que demorarão uma eternidade a serem tratados (às vezes sem qualquer rigor). Não ter em conta que um questionário de 15 itens gera pelo menos 15 gráficos/tabelas de Excel (isto, se não forem tratadas variáveis como género, nível de ensino, etc.) é não conhecer a realidade da maioria das BEs.

1) Ser um centro de gestão de recursos da escola na sequência de um processo começado há mais de 14 anos.

As BEs, ao começarem por centralizar os recursos dispersos pela “escola-disciplinar”, e rentabilizarem a sua utilização por todos os agentes educativos, ao criarem um espaço comum de consulta e produção documental, iniciaram (ou acompanharam) um processo de revolução nas metodologias de ensino-aprendizagem, fomentando a autonomia, a transcurricularidade e quebrando a segmentação das disciplinas/salas/níveis/papéis.

2) Equilibrar os procedimentos técnicos do tratamento documental com a missão de serem “escola” em si mesmas.

Sem deixarem de funcionar como centros de tratamento documental devem continuar a ter em conta que não são neutras na gestão e que essa função deve servir essencialmente o utilizador que é simultaneamente especialista/aprendiz numa escola.

1) Automatizar todos os procedimentos de gestão e utilização correntes.

Na gestão, a utilização de meios automáticos de registo documental e de equipamento, assim como de utilização, agiliza as rotinas e torna mais fácil todo o processo e até a sua avaliação. Por outro lado, a formação de utilizadores autónomos, para além de constituir um contributo para a sua aprendizagem, liberta tempo e recursos humanos para um apoio mais especializado e relevante aos utentes.

2) Ser consequentes com os dados recolhidos da avaliação

Em muitos casos, apesar de se constatarem situações críticas e deficitárias nada é feito para as remediar, ficando o PB com a sensação de tempo perdido na avaliação sem que daí advenha qualquer esforço de melhoria por parte do resto da escola.

Novembro 28, 2009

O Cábula

imagem disponível em: http://fugasempapel.blogspot.com/

Tenho perfeita consciência que os meus documentos produzidos para a realização das tarefas reflectem a precipitação com que foram realizadas. Revejo-os sempre antes de publicar, já madrugada alta, mas quando os releio mais tarde descubro-lhes erros (mesmo de concordância ou de léxico), redundâncias, omissões. Eles reflectem um calendário impossível, um modelo formativo inadequado para o que se pretende.

Aceito:

1) a minha imperfeição, pois ainda não tive tempo de estruturar um MAAFF (Modelo de Auto Avaliação do Formando Fernando)

2) o facto das formadoras afirmarem que não foram elas as responsáveis pelos materiais-tarefa/design formativo e contraporem às nossas reservas os benefícios que, apesar de tudo, mais tarde poderemos vir a colher

3) as explicações do João Proença sobre as vicissitudes na implementação da formação em tão curto espaço de tempo

Mas, quando leio na síntese  da 4ª sessão que de um universo de 11 formandos, que escolheram o fórum 2, apenas 2 alcançaram o objectivo da tarefa, preconizando medidas para colmatar os constrangimentos diagnosticados, pergunto-me:

1) sendo professor o que faria com apenas 18% de sucesso numa actividade formativa proposta numa das minhas turmas?

2) farei parte dos felizes 18% que atingiram os objectivos ou, mais provavelmente, como reflecte um dos comentários ao meu trabalho, dos 82% que não conseguiram?

3) com uma turma on-line de tantos formandos seria alguma vez possível responder a estas questões?

Certamente que não e vamos então postando sobre a  arte do possível… E agora vou-me embora para um seminário em Malta, pois nem só do MAABE vive este homem.

Por atacado

E, porque  o dito continua a voar (citando o post anterior), aqui vai, por atacado, o upload de algumas “coisas sérias”.

Mas, para que este post não vá para a estante só com links do Scribd, deixo aqui o texto-nota prévia da tarefa da 5ª sessão  – mais uma reflexão sobre o modelo: a estandardização versus a flexibilidade/exequibilidade/relevância.

Sendo o MAABE, como já foi referido inúmeras vezes, uma matriz generalista a aplicar a uma miríade de realidades-escolas que, apesar de poderem ser categorizadas por critérios/variáveis objectivas na base de dados da RBE, dificilmente encontrarão igual sentido prático em todos os elementos (Factores Críticos, indicadores, acções de melhoria, etc.) elencados nos quadros síntese de cada domínio – a flexibilidade terá então de prevalecer sobre a utopia da completa estandardização. De outro modo, seria como tentar, por analogia com um acto de gestão curricular, reunir num só programa de uma forma articulada, num só manual-instrumento, todas as disciplinas de todos os níveis de ensino (…)  No entanto, como é evidente, os objectivos enunciados e os indicadores que os descrevem constituem um guião de utilidade, a ser aferida/percepcionada nos/pelos destinatários das BEs (valor) que faz todo o sentido num quadro de acountability que o nosso cargo e os recursos postos ao nosso dispor exigem. Finalmente, estes trabalhos poderão ainda dar feedback aos mentores da conceptualização sobre as possibilidades de construção de road maps para a sua implementação real no terreno.

Tarefa 3 – Diagnóstico e Plano de Acção

Tarefa 4 – Analise dos indicadores C.1.2 e C.1.3 – Plano/metodologias de avaliação

Novembro 24, 2009

…e voa… voa!

Filed under: apartes — Bibliblog @ 2:45 am
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acedido em: http://blogs.discovermagazine.com/cosmicvariance/2008/11/24/what-if-time-really-exists/

 

Novembro 14, 2009

Um Professor-bibliotecário para o séc. XXI – uma (quase) síntese gráfica

Filed under: apartes — Bibliblog @ 4:42 pm
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teacher_cartoonTendo andado, desde que li a 3ª (?) versão definitiva do novo modelo de avaliação das BEs e as expectativas criadas sobre as competências  do PB, preocupado com a dificuldade em conseguir sistematizá-las a todas,  dei de caras  com uma (quase) síntese deste polivalente personagem.

Registo, no entanto, que esta euforia tem limites, pois é notória a ausência, neste modelo gráfico, de um dispositivo bluetooth com acesso aberto aos PDA/notebooks de todos os colegas, uma webcam de braço telescópico no chapéu, para vídeo-reuniões, um sampler-sequenciador de actividades transcurriculares, uma máquina portátil de café instantâneo, um dispensador de desinfectante para mãos e, eventualmente, outro de Prozac, para casos de SOS por falha vital no resto dos dispositivos.

Tarefa 2 – 1ª parte – análise critica ao Modelo de Avaliação das BEs

De uma Nota Final se fez um post:

bes avaliaçãoAo reler os objectivos e as instruções para a realização da tarefa, interrogo-me se os consegui alcançar. Uma análise crítica pode oscilar entre o paradigma da síntese descritiva ou o da confrontação crítica com uma realidade no terreno. Talvez o longo tempo já passado num só terreno e a fraca apetência pela literatura da especialidade me tenha feito investir muito mais texto nesta última.

Mas que o julgue quem o leia…

aceder ao documento

Novembro 12, 2009

Tarefa 1 – 2ª parte – comentário à síntese de um colega

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comentadores de referência

Coisa séria. Muito boas sínteses. Escolha por proximidade, pragmatismo, objectividade e algumas palavras-chave: burocracia, falta de recursos humanos, manutenção informática, previsão orçamental (o tesauros do negativo).

Bom relacionamento com a comunidade educativa (com muito potencial). Concordo mas contraponho a cultura organizacional. Assento no pedagógico: ambivalência. Ainda hoje lá estive (as)sentado 4 horas e nem sei bem para quê, com tanto para fazer noutros projectos.

Perplexidade: estou a misturar apartes com coisas sérias, ainda por cima num  estilo telegráfico roubado a outro Rebelo (o Marcelo) blogueiro. Deve ser da hora.

Mas aqui fica na Estante o documento-comentário.

Novembro 11, 2009

muitas horas à frente do pc, do eeepc…

Filed under: apartes — Bibliblog @ 11:11 pm
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.disponível em: http://medidashigienicasparaelusodelapc.blogspot.com/.. um post no Bibliblog, umas palavras emprestadas pela minha colega Teresa Antunes da ES Romeu Correia, transportam-me para  aqui reflectindo sobre uma Tecnofobia, que pode reduzir o saber ao manuseamento dos livros e uma Tecnofilia, que eleva  todos estes instrumentos a um pedestal de  Pedra Filosofal do séc. XXI.

Poderá o Professor-bibliotecário ser uma outra “pedra” (de toque) desse precário equilíbrio?

imagem disponível em: http://medidashigienicasparaelusodelapc.blogspot.com/

Novembro 7, 2009

o novo paradigma nas bibliotecas escolares – síntese de leituras e de experiências

Ora aqui vai algo mais sério – propunha-se na tarefa 1 da formação

  • Definir e entender o conceito de biblioteca escolar no contexto da mudança
  • Perspectivar práticas adequadas a estes novos contextos
  • Entender o valor e o papel da avaliação na gestão da mudança,

articulando a literatura da especialidade, nomeadamente, entre outros,

com a experiência no terreno.

Podia ser uma oportunidade de confrontar a conceptualização com a realidade do quotidiano do bibliotecário. Em alguns momentos, tal foi completamente possível: o 1º documento, da autoria de Ross Todd, incorporava dados  resultantes de inquéritos a bibliotecários escolares com quem nos podíamos identificar, mas acabava por advogar algumas práticas que soam  um pouco a lugares-comuns (de bom-senso, sem dúvida) na gestão do mundo empresarial onde, porém, a “cultura organizacional” e os meios são muito diferentes dos terrenos onde nos movemos na educação. Gostei da referência ao caminho que se começa caminhando. Resta saber se Antonio Machado não será mais sábio, pois, apesar de Ross Todd indicar um caminho, não sei se não teremos de ser cada um de nós, em cada terreno, a descobri-lo pelos nossos próprios passos.

No segundo artigo, a linguagem com ADN de gestão empresarial ainda é mais evidente, mas o pragmatismo anglo-saxónico, organizou a informação de uma forma que permitia uma leitura rápida em quadros onde os movimentos de mudança de paradigma (bad business>good business) estavam claramente elencados.

Aqui fica então o último quadro síntese que resultou da reflexão deste aprendiz.

Gestão da mudança SÍNTESE Factores de sucesso Obstáculos a vencer Acções prioritárias
Basicamente uma mudança de paradigma:

  • da informação para o conhecimento
  • de um recurso da escola (CRE) para o um centro de gestão dos recursos da escola (CGRE)
  • da gestão baseada em “boas vontades” para a gestão baseada na avaliação objectiva/reformulação
  • da passividade para a proactividade (e, implicitamente, interactividade)
  • Polivalência e eficácia do bibliotecário
  • Equipa dinâmica
  • Apoio da direcção e colaboração dos colegas
  • Objectividade na definição de metas e rentabilização dos recursos materiais e humanos
  • Suficiência de meios
  • Excesso de burocratização
  • Falta de tempo
  • Falta de recursos humanos
  • Falta de autonomia por parte de alguns agentes educativos
  • Dificuldade na aceitação da mudança
Definição, com a direcção da escola, da área prioritária no Plano de Acção e afectação dos recursos a esse desígnio

ler todo o documento>>

pensamentos do aprendiz enquanto caminha

Filed under: apartes — Bibliblog @ 4:07 am
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Caminante, son tus huellas pegadas
el camino y nada más;
Caminante, no hay camino,
se hace camino al andar.
Al andar se hace el camino,
y al volver la vista atrás
se ve la senda que nunca
se ha de volver a pisar.
Caminante no hay camino
sino estelas en la mar.
Antonio Machado

Já antes do início da formação, mas com mais acuidade agora, ocorrem-me  pensamentos, quadraturas do círculo (sem exposição mediatiática):

  • Como equilibrar o desejo de disseminação de Boas Práticas com uma tendência para a normalização das BEs num universo de realidades-escolas tão distintas?
  • Como passar da reflexão sobre documentos conceptuais-teóricos para um dia-a-dia todo-o-terreno por detrás do balcão da biblioteca?
  • Como fazer entender à escola sem actividades-flores (de eficácia estrutural muitas vezes por comprovar pelas tais evidências) que muito do tempo do bibliotecário se esgota nos alicerces que geralmente estão, invisíveis, nos bastidores?

Bom, para a frente é que é caminho que, apesar das botas já um pouco gastas, a algum lado chegaremos.

Novembro 1, 2009

Livro a livro, dia a dia…

Filed under: apartes — Bibliblog @ 4:05 am
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library

"The Library", por Rob Gonsalves

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